segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Esperança

Mar aberto de eterna esperança.
Mar calmo que trazes tanta serenidade e esperança.
As ondas espumosas que ressaltam do teu meio mais profundo.
As que apagam qualquer maldizer dito, qualquer dor magoada e que nos fazem querer realizar uma viagem.
Viagem amiga das recordações, amiga da felicidade de tantos corações.
Uns ficam outros partem, ficando sempre a lembrança dos momentos passados, dos momentos recalcados da sua experiência inigualável.
Oh, tão bom que era, percorrermos esse caminho infinito de sítios e lugares, que tanto nos fazem sonhar, esse sonho tão sonhado, como quase impossível de poder viver.
Sítios, lugares, mares atravessados, percorridos, lembrados, desmesurados, esquecidos no tempo pela exactidão de palavras que apagam por momentos, todas estas coisas bonitas, vividas com toda a intensidade possível de um caminho longo.

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