Um pequeno ser disse ao mundo que nada de tão verdadeiro e sentido o havia invadido como que uma força sem explicação, sem vida, sem orientação. Na sua existência, pequena existência, um dia descobriu que a verdade era outra, nada que queria que fosse era, nada do que tinha desejado se mostrou.
E então perguntou ao mundo o porquê daquele sentimento invasor que não conseguia definir…
O mundo não soube responder, apenas conseguiu encolher os ombros que aconchegavam o ser, que estava pequeno, muito,tão pequeno, que visto de longe parecia a luz, um pontinho pequenino de um raio de luz.
No meio de tanta incerteza o ser sentiu novamente aquilo que o levara a questionar-se e pensou, pensou, pensou até à exaustão, e levou aquela força imensa até à sua indefinição e … no fim concluiu que era uma vida, a vida que um dia lhe foi dada e ainda não tinha descoberto. A vida que lhe tinha sido despertada para poder sentir a força do que é apenas viver!
Momento a seguir não existe!
Momento a pedir só o próprio pode saber!
A vida não se mede, a vida é e ponto final!
E então perguntou ao mundo o porquê daquele sentimento invasor que não conseguia definir…
O mundo não soube responder, apenas conseguiu encolher os ombros que aconchegavam o ser, que estava pequeno, muito,tão pequeno, que visto de longe parecia a luz, um pontinho pequenino de um raio de luz.
No meio de tanta incerteza o ser sentiu novamente aquilo que o levara a questionar-se e pensou, pensou, pensou até à exaustão, e levou aquela força imensa até à sua indefinição e … no fim concluiu que era uma vida, a vida que um dia lhe foi dada e ainda não tinha descoberto. A vida que lhe tinha sido despertada para poder sentir a força do que é apenas viver!
Momento a seguir não existe!
Momento a pedir só o próprio pode saber!
A vida não se mede, a vida é e ponto final!
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