sábado, 22 de novembro de 2008

To Be or Not To Be

Era uma estrela sem nome,
Aquela que encontrei perdida, sem rumo.
Apanhei-a na mão, e ela sem razão, para mim olhou em forma de interrogação.


Deu-me um sorriso, um olhar como o dela então,
Brilhante como um diamante, radiante até à exaustão.
Devagarinho foi recuperando,
Perguntando primeiro o meu nome, depois o meu rumo,
E mais tarde a razão, porque lhe terei dado a mão.

A amizade não tem nome, seja por um estranho ou não.
Quem precisa, merece, uma oportunidade para se revelar quem é,
Merecedora do interior, do que prevalece, do que nos une,
Do amor verdadeiro, da amizade incondicional, do ser mais ser,
Criança, Adolescente, Adulto, Idoso,
Não interessando na vida o posto, que no momento ocupa.

Com isto revelo a saber, que para um sorriso sempre me ver, basta entender,
A magnitude com que leio o brilho, o sorriso, o carinho,
De quem não me conhece, de quem nunca me viu,
Mas a quem comigo se revela, transparente, sincero, gracioso, e humilde
.

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