Há-de ser madrugada e eu as janeiras a cantar, não confundindo com o canto do pássaro mágico que às 04 da manha se põe a trolitar ...
Na tua veia quente de verão, com beleza extrema sem explicação, que nos premeia com a presença de ruas cheias de multidão, gente diferente, e porque não?
Julho e Agosto, meses de emigração, traz-nos a diferença dos restantes meses que nos preenchem a calendarização.
Mas mesmo com as ruas cheias, com bares atafulhados, com praias atamancadas, com transito condicionado, é tempo de dizer Ó minha Cidade de Lisboa, cidade da rebeldia!
Quem te deixa sente saudade,
Quem te passeia deseja voltar mais tarde.
1 comentário:
Só quem não viveu Lisboa
Não entende quem A ama
Dizem mal, falam à toa!
Não conhecem Madragoa
Bairro Alto, Graça e Alfama..!
Adorei, especialmente
No lindo texto, o final...
Pintas aquilo que sente
Quem desta cidade foi gente
Filho do Príncipe Real..!
Que não te falte a inspiração
P´ra te dedicares mais à escrita
Tem uma pena sempre à mão
Escreve com o coração
Pra eu te ler, cunhadita...!!!
Bjocas (hehehe)
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